AFONSO CELSO III

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RAÍZES DA FAMÍLIA KÖHN - Continuação...
Por Afonso Celso Gomes Köhn

HENRIETTE WILHELMINE HOPPE, nascida em Greifenhagem, Pomerânia, Príssia, em 27/09/1857 e falecida em 27/11/1920, casada com KARL FRIEDRICH KÖHN, nascido em Greifenhagem, Pomerânia, Prússia, em 10/03/1840 e falecido em 17/11/1912. 

AUGUSTE RODEL, nascida em Noustettin, Pomerânia, Prússia, em 08/02/1839 e falecida em 08/01/1889, casada com KARL FRIEDRICH KÖHN, nascido em Greifenhagem, Pomerânia, Prússia, em 10/03/1840 e falecido em 17/11/1912.

          Sabendo que meu bisavô havia se casado anteriormente e cuja filha chamou-se Auguste e pela coincidência de datas, acredito que Auguste Rodel foi sua primeira esposa. 

          Que coincidências vejo novamente: o primeiro nome e o segundo nome, do registro no FamilySearch.  Na certidão de óbito do meu avô está registrado que sua mãe se chamaria JOSEPHINA KÖHN.  Minha tia por não concordar com isto, adulterou-a e escreveu por cima: GUILHERMINA (WILHELMINE) WOLF.  Em virtude disto, acredito que os dados do FamilySearch sejam de minha bisavó Henriette.

          Pelo que sabemos, minha bisavó teria se separado de Karl, pois como eles teriam vindo para colonizar o estado de Santa Catarina e as condições de vida eram precárias, ela não teria aguentado e teria dado um novo rumo em sua vida.  Uniu-se a um senhor de nome Charles Doevenford, que seria holandês, teriam vindo morar em Campinas, enriquecido com o comércio de linguiça e viajado muitas vezes à Alemanha.

          Nosso trabalho não termina aqui.  Dando continuidade ao trabalho começado e desenvolvido por nosso primo Guilherme, filho de Tio Paulo, irmão de meu pai, quero deixar aqui registrado o resultado de minhas pesquisas em busca de nossas raízes paternas e em particular também de minhas raízes maternas.  

          Acredito que, toda informação que conseguir, em conjunto com tudo que até hoje conseguimos resgatar de nosso passado através de nossos entes ainda vivos e dos que já se foram e que hoje fazem parte de nossas recordações, só farão aumentar ainda mais o valor desta obra. 

          Para que este trabalho possa se perpetuar, e tantas quantas forem as pessoas que vierem a fazer parte desta árvore cujas raízes são infindáveis, dentro do possível procurem aqui registrar a sua existência através de certidões, fotos e tudo quanto for de interesse para o seu engrandecimento.

          A quem no futuro manusear este trabalho verá que, eu, você e tantos outros seremos um capítulo a mais deste livro que não terá epílogo.  Que como eu todos também deixem aqui registrado um capítulo de sua existência que comporão esta obra que não será só de Köhn, Gomes, Ribeiro, Ribeiro de Carvalho, Carneiro, Passos, Oliveira, Monteiro...

          Meu primo Guilherme começou, e eu acredito também que contribui um pouco e espero que outros que nos sucederem possam continua-lo.  A semente foi lançada. 

"Pensar que o homem nasceu sem uma história dentro de si próprio é uma doença.  É absolutamente anormal, porque o homem não nasceu da noite para o dia.  Nasceu num contexto específico, com qualidades históricas específicas e, portanto, só é completo quando tem relações com essas coisas.  Se um indivíduo cresce sem ligação com o passado, é como se tivesse nascido sem olhos nem ouvidos e tentasse perceber o mundo exterior com exatidão.  É o mesmo que mutilá-lo".
                                                           (Carl Gustav Jung)

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